Dificuldade: Qual o limite para ela? – DGpodcast #15

“Não existe jogo difícil, você que jogou pouco” Com essa celebre frase dita por mim mesmo, que se inicia o debate de hoje. Realmente a dificuldade tem se tornado um problema para o jogador? Os jogos estão extremamente fáceis ou impossivelmente difíceis que não restou alternativa para a jogatina? Então vamos tentar chegar ao âmago dessa discussão hoje.

Participando:  Storman, Rafael Malaquias, José Yoshitake, Fábio S. Bisogno, Paulo Renato Blanco e Celso Affini.

E quer conferir como foi a gravação direto no HANGOUT, acesse o link:

https://youtu.be/cApFWkYXPwM

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  • Pedro Ivo Prates

    Lembro quando eu peguei Contra 3 do Snes, no começo não passava nada, morria muito, depois de um tempo a primeira fase ficou fácil e jogo foi “clareando”…pra tudo na vida é treino. Estão falando desse Cuphead, só joguei a demo na BGS de 2015, gostei muito, achei foda.

    • celsoaffini

      Normal… Sem perseverança não se chegava muito longe nos jogos em uma certa época Pedrux… hahaha.

  • João Cláudio Fidelis

    Achei engraçado, o Celso que termina o Ghouls n Ghosts babar em quem termina o Rygar do arcade na primeira ficha… Hehehehe. Eu sempre fui rium no Ghouls n Ghosts mas terminava o Rygar na primeira ficha! Era bem fácil! 😉

    • celsoaffini

      Eu não acho fácil RYGAR… Eu até hoje não aprendi a joga-lo. E uma mecânica muto estranha pro meu padrão de jogo.

  • João Cláudio Fidelis

    Sobre o Cuphead jogo parece ser muito bom, ainda não joguei, mas realmente qualquer Contra, Metal Slug ou o Gunstar Heroes parece ser mais difícil que ele. Mas eu babei na arte e música dele, é sensacional!

    • celsoaffini

      Então, eu também não joguei, mas já se tem uma ótima ideia que o jogo é incrível, quero muito joga-lo e posso comparar ele ao Nightmare Busters que saiu faz uns 2 ou 3 anos pro SNES. Mesmo pegada, muito bem feito também e super difícil e divertido.